sábado, 8 de fevereiro de 2014
Correios do Brasil e da Itália formam parceria para MVNO
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014, 18h47
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Os Correios do Brasil e da Itália (Grupo Poste Italiane) assinaram acordo para lançamento de operador de telefonia móvel por meio de rede virtual (MVNO) no Brasil. Será estabelecida uma joint-venture entre os Correios e a Poste Italiane para implementar uma operação MVNO com base na experiência da italiana Poste Mobile que, lançada em 2007, é hoje a líder no mercado de MVNO italiano com três milhões de clientes. Trata-se de um dos maiores cases mundiais de sucesso de uma operadora virtual.
A experiência no negócio de operador MVNO já implementada na Itália pela Poste Mobile, juntamente com a confiabilidade e a capacidade da rede de atendimento dos Correios, serão a base para o lançamento de uma operação conjunta no mercado brasileiro.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a população terá mais uma opção de serviço de telefonia móvel, ressaltando a confiança e a tradição que a marca Correios tem em todo o Brasil. "Estamos muito felizes com esse acordo. Há dois anos já vínhamos tratando desse assunto e agora vemos que, em breve, já teremos resultados concretos", avalia Bernardo.
O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, afirma que a medida vai beneficiar seus clientes, por meio da extensa rede de agências da empresa. "Teremos uma gama de serviços de comunicações móveis completa e acessível, junto com soluções de valor adicionado simples e fáceis de usar", defende Pinheiro.
A escolha da operadora que vai fornecer a rede para a oferta de serviços ocorrerá em abril.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Italy’s first ‘ethnic’ MVNO prepares for launch
Ringo Mobile has secured an MVNA agreement; will launch services in the next few months.
Italy is due to get a new virtual mobile operator that will focus on what it calls the “ethnic” market.
Ringo Mobile is advertising its upcoming launch on its website, although there is some confusion as to when it will actually bring services to market. At the time of going to press the company’s countdown to launch read 109 days, but earlier on Wednesday the counter was on 24 days. Furthermore, a number of U.K. news outlets reported that Ringo will start offering services by the end of this month, although none cited their sources.
According to Italian news site Mondo 3, mobile virtual network aggregator Nòverca has inked a deal that will enable the local unit of Switzerland-based International Communication Services Holding (ICS) to become an MVNO under the Ringo Mobile brand. Nòverca will supply the mobile network access and related technical functions, while ICS will set its own commercial agenda, including pricing and bundles.
Unlike the aforementioned U.K. sources, Mondo 3 said that Ringo Mobile will launch “in the coming months”.
Its offering will be aimed at Italy’s multi-ethnic population, which presumably means pricing plans that enable users to call family and friends in certain international markets at competitive rates.
Source: total telecom
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
"MVNO é para nicho de mercado, mas há muito nicho", diz Valente
- Publicado em Segunda, 27 Janeiro 2014 19:23
O presidente da Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente, evitou, neste segunda-feira (27) comentar o impacto para a companhia do acordo com a Virgin Mobile Latin America, que agora precisa apenas da autorização da Anatel para iniciar sua atuação no Brasil como operadora virtual móvel (MVNO). O executivo disse apenas que "este é um mercado de nicho, mas que há muitos nichos a serem explorados". A inglesa Virgin tem como foco o consumidor jovem, que utiliza serviços prá-pagos.
O mercado brasileiro de operadoras virtuais ainda engatinha e muitos questionam a dificuldade de se fechar contrato com uma operadora móvel, pré-requisito para entrar com o pedido de autorização para prestação de serviço na Anatel. Até dezembro, Porto Seguro e Datora, as duas MVNOs do país, contavam com 101,11 mil e 19,63 mil acessos, respectivamente. Em dezembro do ano passado, a Porto Seguro, única ativa naquele mês, contabilizava apenas 8 mil acessos.
Em junho do ano passado, a francesa Sisteer informou que havia fechado um acordo com a Vivo para iniciar a operação de MVNO, mas até o momento o anúncio oficial não foi feito.
Valente esteve nesta segunda-feira (27) na coletiva de imprensa da Campus Party, que se realiza esta semana no Anhembi, em São Paulo. (Da redação)
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Virgin fecha com a Telefónica no Brasil e México para ser MVNO
Telesintese> Publicado em Quinta, 23 Janeiro 2014 15:40
Empresa entrou hoje com o pedido de licença junto à Anatel
A Virgin Mobile Latin America (VMLA) anunciou nesta quinta-feira (23) que irá lançar sua operação no México ainda este ano e que aguarda apenas a aprovação da Anatel para iniciar a entrada no Brasil. A operadora móvel virtual (MVNO) entrou com o pedido para obtenção de licença junto ao órgão regulador hoje, após assinado um acordo com a Vivo, conforme requer a regulamentação no país, ontem.
As iniciativas dão sequência aos lançamentos da Virgin Latin America no Chile e Colômbia. A Virgin Mobile México já iniciou o desenvolvimento dos negócios com foco em vendas, marketing e atendimento ao cliente. Richard Branson estimou o tempo para entrada no México "em alguns meses". Ainda não há previsão para o início da oferta no mercado brasileiro.
Como MVNO, a Virgin Mobile México e a Virgin Mobile Brasil irão utilizar as redes locais da Telefonica em cada um dos países, além de controlar todo o relacionamento com o cliente. A Virgin Mobile é criadora do modelo MVNO, sendo que a marca atualmente conta com mais de 18 milhões de clientes em 10 países. (Da redação)
Empresa entrou hoje com o pedido de licença junto à Anatel
A Virgin Mobile Latin America (VMLA) anunciou nesta quinta-feira (23) que irá lançar sua operação no México ainda este ano e que aguarda apenas a aprovação da Anatel para iniciar a entrada no Brasil. A operadora móvel virtual (MVNO) entrou com o pedido para obtenção de licença junto ao órgão regulador hoje, após assinado um acordo com a Vivo, conforme requer a regulamentação no país, ontem.
As iniciativas dão sequência aos lançamentos da Virgin Latin America no Chile e Colômbia. A Virgin Mobile México já iniciou o desenvolvimento dos negócios com foco em vendas, marketing e atendimento ao cliente. Richard Branson estimou o tempo para entrada no México "em alguns meses". Ainda não há previsão para o início da oferta no mercado brasileiro.
Como MVNO, a Virgin Mobile México e a Virgin Mobile Brasil irão utilizar as redes locais da Telefonica em cada um dos países, além de controlar todo o relacionamento com o cliente. A Virgin Mobile é criadora do modelo MVNO, sendo que a marca atualmente conta com mais de 18 milhões de clientes em 10 países. (Da redação)
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Virgin: MVNO com VIVO no Brasil
Leandro Souza // quinta, 23/01/2014 12:56
A Virgin Mobile Latin America
firmou um acordo com a Telefônica Vivo para trazer seu serviço de
telefonia no formato de Operadora móvel com rede virtual (MVNO, na sigla
em inglês).
Segundo informações da Computerworld, a operadora fundada pelo ricaço Richard Branson irá lançar sua terceira operação no México em 2014 e o plano para o Brasil é lançá-la o mais rápido possível.
Como operadora virtual, a Virgin Mobile México e Brasil terão sua operação comercial própria, mas utilizarão as redes locais da Telefônica em cada um dos países.
Com a parceria com a Vivo, agora a Virgin necessita da liberação junto à Anatel. A filial brasileira da companhia apresentou nesta quinta-feira, 23, o pedido da licença junto à agência reguladora.
Com a entrada do México e Brasil, a multinacional passará a ter quatro operações na América Latina. Segundo a companhia, estas iniciativas chegam no rastro das boas experiências no Chile e Colômbia.
Experiência neste modelo a Virgin tem, já que criou o modelo MVNO, no qual começou na década de 90 no Reino Unido e se destacou por sua estratégia de marketing voltada ao público jovem.
Em comunicado à imprensa, o presidente da VMLA, Phil Wallace, afirmou que o sucesso das MVNOs da Virgin em todo o mundo é um acordo equilibrado de compartilhamento de rede e um sólido relacionamento com um parceiro com rede de alta qualidade.
"Este é o primeiro passo de nosso processo no México e Brasil para atingir o mesmo nível de atendimento que nossos clientes desfrutam no Chile e Colômbia", frisou.
O dono do grupo Virgin, Sir Richard Branson, também se manifestou sobre o anúncio das novas operações no México e Brasil.
"Ambos os mercados valorizam serviços inovadores e voltados para o cliente como os oferecidos pela Virgin", avaliou o empresário.
- Correios define MVNO até novembro
- Virgin Mobile no Brasil em 2013
- Virgin Mobile: 100 mil assinantes no Chile
Segundo informações da Computerworld, a operadora fundada pelo ricaço Richard Branson irá lançar sua terceira operação no México em 2014 e o plano para o Brasil é lançá-la o mais rápido possível.
Como operadora virtual, a Virgin Mobile México e Brasil terão sua operação comercial própria, mas utilizarão as redes locais da Telefônica em cada um dos países.
Com a parceria com a Vivo, agora a Virgin necessita da liberação junto à Anatel. A filial brasileira da companhia apresentou nesta quinta-feira, 23, o pedido da licença junto à agência reguladora.
Com a entrada do México e Brasil, a multinacional passará a ter quatro operações na América Latina. Segundo a companhia, estas iniciativas chegam no rastro das boas experiências no Chile e Colômbia.
Experiência neste modelo a Virgin tem, já que criou o modelo MVNO, no qual começou na década de 90 no Reino Unido e se destacou por sua estratégia de marketing voltada ao público jovem.
Em comunicado à imprensa, o presidente da VMLA, Phil Wallace, afirmou que o sucesso das MVNOs da Virgin em todo o mundo é um acordo equilibrado de compartilhamento de rede e um sólido relacionamento com um parceiro com rede de alta qualidade.
"Este é o primeiro passo de nosso processo no México e Brasil para atingir o mesmo nível de atendimento que nossos clientes desfrutam no Chile e Colômbia", frisou.
O dono do grupo Virgin, Sir Richard Branson, também se manifestou sobre o anúncio das novas operações no México e Brasil.
"Ambos os mercados valorizam serviços inovadores e voltados para o cliente como os oferecidos pela Virgin", avaliou o empresário.
GVT planeja entrada em telefonia móvel
Gláucia Civa // segunda, 10/12/2012 11:54
A GVT projeta para 2014 sua entrada no segmento de telefonia móvel.
Conforme declarou ao Valor Econômico o presidente da operadora, Amos Genish, o plano é atuar como uma MVNO, operadora móvel de rede virtual que aluga a infra de outra prestadora para oferecer seus serviços, ao invés de estabelecer uma estrutura própria.
Isso facilitaria à GVT oferecer os serviços de celular à sua já construída base de clientes de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.
Os planos de telefonia móvel ampliam o esforço da GVT para expansão da oferta.
Há pouco, a companhia inaugurou em São Paulo seus serviços, antes restritos ao meio corporativo, para todos os mercados.
A tele está em processo de negociação de seus ativos. A francesa Vivendi, sua controladora, sinalizou com a possibilidade de venda da companhia há cerca de dois meses, para diminuir suas dívidas, que somam € 16,9 bilhões no primeiro semestre do ano.
Em anúncio do dia 11 de novembro, a Vivendi destacou que planeja arrecadar no mínimo € 7 bilhões (R$ 8,9 bilhões) com a venda da GVT.
Genish não comenta o assunto, nem as supostas propostas que fundos como o americano Apax Partners e o brasileiro Gávea Investimentos já teriam entregue à Vivendi. O banco BTG Pactual e a DirecTV, controladora da Sky Brasil, também já teriam feito suas propostas à controladora francesa.
Conforme o presidente, a GVT vai encerrar o ano com dívida líquida de R$ 2,2 bilhões, dos quais R$ 986 milhões se referem a financiamentos do BNDES para investimentos a serem realizados de 2011 a 2013.
Os demais R$ 1,21 bilhão são da dívida com a controladora Vivendi.
Para 2012, a meta de receita líquida da GVT é de R$ 4,3 bilhões, alta de 26% sobre 2011.
O lucro Ebtida previsto é de R$ 1,8 bilhão, expansão anual de 30%.
BRIGA NO CORPORATIVO
Na GVT, 20% da receita vêm do segmento empresarial, segundo Genish, mas a companhia tem investido para ampliar esta fatia, com investimentos como a abertura recente de três data centers e a entrada maior em São Paulo.
O que indica mais um rival na briga pelo mercado corporativo de telecomunicações.
No geral, o setor registrou gastos de R$ 16 bilhões em 2011, o que deve chegar a R$ 16,7 bilhões em 2012, atraindo para o ringue competidores como Oi e Telefônica, que vêm duelando com armas cada vez mais potentes.
De sua parte, a Oi se reestruturou, com simplificação de portfólio, início em aplicativos de mobilidade, aumento de call center e serviços gerenciados e de contingenciamento.
Com isso, de janeiro a setembro, quintuplicou sua receita com serviços empresariais em relação a 2011, segundo o Valor.
Na Telefônica/Vivo, o segmento representa mais de 30% das receitas totais, sendo que nos nove meses de 2012 a receita líquida da empresa ficou em R$ 25,12 bilhões.
Para a operadora, o foco são pequenas e médias empresas, com oferta de telefonia fixa e móvel.
Agora, o portfólio ganha incrementos como serviços de infraestrutura em nuvem, com parceria da Cisco, resultando na Virtual Computing Environment (VCE) - Vivo Cloud Plus.
Além disso, ainda conforme o Valor, a operadora registrou, no último trimestre, adições líquidas de 60 mil clientes no Push-To-Talk (PTT), radiochamada via celular com a tecnologia GSM, concorrente do serviço da Nextel, que usa a tecnologia iDEN, da Motorola. A grande concentração do serviço é para empresas, segundo a Vivo, que registrou uma base de 236 mil linhas com o PTT.
Na briga, a Oi afirma atender a 15 mil empresas, tendo fechado 300 contratos em 2012. A Telefônica/Vivo, por sua vez, garante ter market share de 33% no mercado corporativo brasileiro.
Conforme declarou ao Valor Econômico o presidente da operadora, Amos Genish, o plano é atuar como uma MVNO, operadora móvel de rede virtual que aluga a infra de outra prestadora para oferecer seus serviços, ao invés de estabelecer uma estrutura própria.
Isso facilitaria à GVT oferecer os serviços de celular à sua já construída base de clientes de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.
Os planos de telefonia móvel ampliam o esforço da GVT para expansão da oferta.
Há pouco, a companhia inaugurou em São Paulo seus serviços, antes restritos ao meio corporativo, para todos os mercados.
A tele está em processo de negociação de seus ativos. A francesa Vivendi, sua controladora, sinalizou com a possibilidade de venda da companhia há cerca de dois meses, para diminuir suas dívidas, que somam € 16,9 bilhões no primeiro semestre do ano.
Em anúncio do dia 11 de novembro, a Vivendi destacou que planeja arrecadar no mínimo € 7 bilhões (R$ 8,9 bilhões) com a venda da GVT.
Genish não comenta o assunto, nem as supostas propostas que fundos como o americano Apax Partners e o brasileiro Gávea Investimentos já teriam entregue à Vivendi. O banco BTG Pactual e a DirecTV, controladora da Sky Brasil, também já teriam feito suas propostas à controladora francesa.
Conforme o presidente, a GVT vai encerrar o ano com dívida líquida de R$ 2,2 bilhões, dos quais R$ 986 milhões se referem a financiamentos do BNDES para investimentos a serem realizados de 2011 a 2013.
Os demais R$ 1,21 bilhão são da dívida com a controladora Vivendi.
Para 2012, a meta de receita líquida da GVT é de R$ 4,3 bilhões, alta de 26% sobre 2011.
O lucro Ebtida previsto é de R$ 1,8 bilhão, expansão anual de 30%.
BRIGA NO CORPORATIVO
Na GVT, 20% da receita vêm do segmento empresarial, segundo Genish, mas a companhia tem investido para ampliar esta fatia, com investimentos como a abertura recente de três data centers e a entrada maior em São Paulo.
O que indica mais um rival na briga pelo mercado corporativo de telecomunicações.
No geral, o setor registrou gastos de R$ 16 bilhões em 2011, o que deve chegar a R$ 16,7 bilhões em 2012, atraindo para o ringue competidores como Oi e Telefônica, que vêm duelando com armas cada vez mais potentes.
De sua parte, a Oi se reestruturou, com simplificação de portfólio, início em aplicativos de mobilidade, aumento de call center e serviços gerenciados e de contingenciamento.
Com isso, de janeiro a setembro, quintuplicou sua receita com serviços empresariais em relação a 2011, segundo o Valor.
Na Telefônica/Vivo, o segmento representa mais de 30% das receitas totais, sendo que nos nove meses de 2012 a receita líquida da empresa ficou em R$ 25,12 bilhões.
Para a operadora, o foco são pequenas e médias empresas, com oferta de telefonia fixa e móvel.
Agora, o portfólio ganha incrementos como serviços de infraestrutura em nuvem, com parceria da Cisco, resultando na Virtual Computing Environment (VCE) - Vivo Cloud Plus.
Além disso, ainda conforme o Valor, a operadora registrou, no último trimestre, adições líquidas de 60 mil clientes no Push-To-Talk (PTT), radiochamada via celular com a tecnologia GSM, concorrente do serviço da Nextel, que usa a tecnologia iDEN, da Motorola. A grande concentração do serviço é para empresas, segundo a Vivo, que registrou uma base de 236 mil linhas com o PTT.
Na briga, a Oi afirma atender a 15 mil empresas, tendo fechado 300 contratos em 2012. A Telefônica/Vivo, por sua vez, garante ter market share de 33% no mercado corporativo brasileiro.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Telefonica assinou acordos no início do ano com a Virgin Mobile e a varejista de supermercados Coppel para atuarem como operadoras virtuais
Telefônica quer trabalhar com operadores virtuais no México
Angel Navarrete/Bloomberg
Cidade do México - A gigante de telefonia espanhola Telefônica espera operar com cinco a dez operadores móveis virtuais (MVNO) no México no próximo ano, disse um alto executivo da companhia na terça-feira.
A empresa, que opera no México sob a marca Movistar, assinou acordos no início do ano com a Virgin Mobile e a varejista de supermercados Coppel para atuarem como operadoras virtuais.
Juan Abellan, presidente-executivo na Telefônica no México, disse a jornalistas que espera que o serviço da Virgin esteja disponível no segundo trimestre do próximo ano.
"Queremos encerrar o próximo ano trabalhando com cinco a dez operadores virtuais nas ruas", disse Abellan.
O México, segunda maior economia da América Latina, aprovou neste ano uma reforma com o objetivo de introduzir mais competição em seu mercado de telefonia e televisão.
O serviço de telefonia móvel no país é dominado pela América Móvil, do bilionário Carlos Slim, que tem cerca de 70 por cento das linhas móveis. A Telefônica é a segunda maior fornecedora do serviço, com cerca de 20 por cento do mercado.
A empresa, que opera no México sob a marca Movistar, assinou acordos no início do ano com a Virgin Mobile e a varejista de supermercados Coppel para atuarem como operadoras virtuais.
Juan Abellan, presidente-executivo na Telefônica no México, disse a jornalistas que espera que o serviço da Virgin esteja disponível no segundo trimestre do próximo ano.
"Queremos encerrar o próximo ano trabalhando com cinco a dez operadores virtuais nas ruas", disse Abellan.
O México, segunda maior economia da América Latina, aprovou neste ano uma reforma com o objetivo de introduzir mais competição em seu mercado de telefonia e televisão.
O serviço de telefonia móvel no país é dominado pela América Móvil, do bilionário Carlos Slim, que tem cerca de 70 por cento das linhas móveis. A Telefônica é a segunda maior fornecedora do serviço, com cerca de 20 por cento do mercado.
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