Fonte: ocel
A operadora foi a primeira empresa a entrar com pedido de parceria para ser um operador virtual.
20/01/2011
A TIM é a primeira empresa a entrar com pedido de parceria para um operador virtual na Anatel. A sua parceira será a Sermatel, uma operadora de VoIP e de ligação nacional e internacional, que atua no mercado brasileiro desde 2000 e que desde 2006 tem como sócio o operador português, Ora Telecom, conforme informações de seu site.
Embora a operadora de celular prefira não confirmar esta informação (visto que a Anatel ainda não concedeu a licença) comenta-se na agência que a TIM já demonstrou a sua inquietação quanto à demora na aprovação deste pedido, uma vez que a empresa apresentou o pleito ainda no ano passado.
E a sair esta licença em breve, o Brasil dará provas de que é mesmo um mercado diferenciado. Isto porque, as apostas de 10 entre 10 analistas eram de que os primeiros operadores móveis virtuais a surgirem no mercado brasileiro seriam os credenciados – cuja regulação é muito mais leve, e sequer precisa de autorização da Anatel. Ao invés de confirmar estas avaliações a TIM parte logo para uma parceria com um autorizado.
O MVNO autorizado é um operador de celular em todo o esplendor do serviço. Ou seja, ele terá numeração própria, terá que ter seu próprio serviço de atendimento ao cliente, fazer sua própria fatura, e cumprir todas as obrigações de qualidade estabelecidas pela Anatel. O credenciado, ao contrário, é muito mais um revendedor de minutos de celular do operador tradicional para mercados específicos, do que um operador em si.
Segundo dirigentes da Claro, há inúmeras empresas procurando as operadoras para firmar parcerias de MVNO credenciadas, mas ainda não fechadas. “Quase todo mundo tem um amigo que tem uma boa idéia para montar um negócio com o celular”, brinca ele. O problema é justamente esta “boa ideia”se transformar em modelos de negócios sustentáveis e de interesse das operadoras.
Sermatel
Conforme informações do site da Sermatel, ela é uma das “espelhinhos”, que compraram licenças em 2000 para disputar o mercado de telefonia fixa. Com sede na cidade praiana carioca de Saquarema, a operadora acabou desistindo das autorizações de telefonia local que havia comprado para atuar em pequenos municípios do Rio de Janeiro, e se concentrou na oferta de serviços de VoIP e de ligações nacionais e internacionais, quando conseguiu o DDD 81 da Anatel.
Em 2006, ela funde-se com a Ora Telecom, com sede na cidade de Aveiros, no norte de Portugal. Agora, as duas juntas querem ser operadoras de celular em parceria com a TIM.
Fonte: Telesintese
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quinta-feira, 10 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
TIM reconhece que a MVNO canibaliza sua base
Fonte: Teletime
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011, 17h49
A TIM, operadora que recebeu a primeira MVNO do Brasil, reconhece que o modelo canibaliza a sua base de clientes. Entretanto, a empresa enxerga na iniciativa mais a ganhar do que a perder. "A canibalização existe sim, mas tem que ser administrada por um bom relacionamento tanto comercial quanto contratual", afirma Eduardo Rezende, sênior manager da TIM. O executivo disse que não acredita no sucesso de modelos cujo objetivo é oferecer um serviço mais barato que o da operadora real.
Outro ponto observado pelo executivo é que embora a TIM possa perder alguns clientes que migrarão para a Porto Seguro Telecomunicações, a operadora ganha com a venda de minutos no atacado para a MVNO. A situação é melhor em relação às outras operadoras que perderão os clientes, mas não estão no negócio de atacado.
A operadora, embora pareça ser a mais bem estruturada para receber as MVNOs, não pretende que a gestão dessas parcerias se torne extremamente complexa dentro da sua estrutura. "Partimos da premissa do mínimo impacto interno para não tirar o foco do nosso core business", diz ele, acrescentando que a empresa não desenvolverá uma oferta pronta para MVNOs. "O produto não é padrão. É negociado com o cliente", diz ele. Eduardo Rezende participou nesta terça-feira, 22, de seminário organizado pela Network Eventos em São Paulo.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011, 17h49
A TIM, operadora que recebeu a primeira MVNO do Brasil, reconhece que o modelo canibaliza a sua base de clientes. Entretanto, a empresa enxerga na iniciativa mais a ganhar do que a perder. "A canibalização existe sim, mas tem que ser administrada por um bom relacionamento tanto comercial quanto contratual", afirma Eduardo Rezende, sênior manager da TIM. O executivo disse que não acredita no sucesso de modelos cujo objetivo é oferecer um serviço mais barato que o da operadora real.
Outro ponto observado pelo executivo é que embora a TIM possa perder alguns clientes que migrarão para a Porto Seguro Telecomunicações, a operadora ganha com a venda de minutos no atacado para a MVNO. A situação é melhor em relação às outras operadoras que perderão os clientes, mas não estão no negócio de atacado.
A operadora, embora pareça ser a mais bem estruturada para receber as MVNOs, não pretende que a gestão dessas parcerias se torne extremamente complexa dentro da sua estrutura. "Partimos da premissa do mínimo impacto interno para não tirar o foco do nosso core business", diz ele, acrescentando que a empresa não desenvolverá uma oferta pronta para MVNOs. "O produto não é padrão. É negociado com o cliente", diz ele. Eduardo Rezende participou nesta terça-feira, 22, de seminário organizado pela Network Eventos em São Paulo.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Em parceria com a TIM, Porto Seguro é a primeira MVNO do país.
Seg, 14 de Fevereiro de 2011 09:35
Fonte: Telesíntese
A Porto Seguro Telecomunicações foi criada a partir da sociedade da Porto Seguro com a Datora Telecom e utilizará rede da TIM para operação
A TIM fechou parceria com a Porto Seguro Telecomunicações, que será a primeira operadora móvel virtual (MVNO) do mercado brasileiro. O foco são os clientes e corretores da seguradora. Pelo acordo, a TIM cede sua rede em todos os estados do país e a operadora virtual, como autorizada, ficará responsável pela operação, gestão de tráfego, emissão de contas, atendimento a clientes e acordos de interconexões. Para criar a MVNO, a Porto Seguro se associou a Datora Telecom.
“Esta parceria é o início de uma nova fase para o setor de telecomunicações e a empresa está preparada para capturar todas as oportunidades”, diz Antonino Ruggiero, presidente da Intelig e responsável por Wholesale na TIM, destacando que a empresa vê um mercado promissor no modelo de MVNO e mantém conversas com outras potenciais operadoras virtuais.
O objetivo da Porto Seguro Telecomunicações é otimizar a gestão interna de custos com telefonia celular, além de aproveitar a possibilidade de convergência com os produtos da seguradora para agregar mobilidade a seus clientes e corretores. A companhia possui 8,5 milhões de itens segurados, dos quais 3,8 milhões são veículos. O lançamento dos serviços está previsto para os próximos meses.
Segundo o vice-presidente executivo da Porto Seguro, Fabio Luchetti, ainda não é possível detalhar estratégia de ações, assim como os produtos que serão oferecidos com a nova empresa. “A Porto Seguro Telecomunicações nasce contando com a experiência e estrutura, principalmente de atendimento da Porto Seguro”, avalia Luchetti.
A Datora Telecom, a primeira empresa a dar entrada ao pedido de licença para realização de MVNOs no país, se uniu a Porto Seguro para abrir um novo nicho de negócios no mercado de Telecom brasileiro. “A previsão é que as MVNO’s atraiam no país 16 milhões de assinantes e US$ 1 bilhão de faturamento em cinco anos”, afirma Wilson Otero, CEO da Datora Telecom. A Datora é uma multinacional brasileira com sede em São Paulo e operações em outros quatro países: EUA, Portugal, Espanha e Guatemala. Trabalha com soluções de telefonia, como serviços de VoIP, há 15 anos. (Da redação, com assessoria de imprensa)
Fonte: Telesíntese
A Porto Seguro Telecomunicações foi criada a partir da sociedade da Porto Seguro com a Datora Telecom e utilizará rede da TIM para operação
A TIM fechou parceria com a Porto Seguro Telecomunicações, que será a primeira operadora móvel virtual (MVNO) do mercado brasileiro. O foco são os clientes e corretores da seguradora. Pelo acordo, a TIM cede sua rede em todos os estados do país e a operadora virtual, como autorizada, ficará responsável pela operação, gestão de tráfego, emissão de contas, atendimento a clientes e acordos de interconexões. Para criar a MVNO, a Porto Seguro se associou a Datora Telecom.
“Esta parceria é o início de uma nova fase para o setor de telecomunicações e a empresa está preparada para capturar todas as oportunidades”, diz Antonino Ruggiero, presidente da Intelig e responsável por Wholesale na TIM, destacando que a empresa vê um mercado promissor no modelo de MVNO e mantém conversas com outras potenciais operadoras virtuais.
O objetivo da Porto Seguro Telecomunicações é otimizar a gestão interna de custos com telefonia celular, além de aproveitar a possibilidade de convergência com os produtos da seguradora para agregar mobilidade a seus clientes e corretores. A companhia possui 8,5 milhões de itens segurados, dos quais 3,8 milhões são veículos. O lançamento dos serviços está previsto para os próximos meses.
Segundo o vice-presidente executivo da Porto Seguro, Fabio Luchetti, ainda não é possível detalhar estratégia de ações, assim como os produtos que serão oferecidos com a nova empresa. “A Porto Seguro Telecomunicações nasce contando com a experiência e estrutura, principalmente de atendimento da Porto Seguro”, avalia Luchetti.
A Datora Telecom, a primeira empresa a dar entrada ao pedido de licença para realização de MVNOs no país, se uniu a Porto Seguro para abrir um novo nicho de negócios no mercado de Telecom brasileiro. “A previsão é que as MVNO’s atraiam no país 16 milhões de assinantes e US$ 1 bilhão de faturamento em cinco anos”, afirma Wilson Otero, CEO da Datora Telecom. A Datora é uma multinacional brasileira com sede em São Paulo e operações em outros quatro países: EUA, Portugal, Espanha e Guatemala. Trabalha com soluções de telefonia, como serviços de VoIP, há 15 anos. (Da redação, com assessoria de imprensa)
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