quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Nokia lança serviços para operadoras viabilizarem cidades inteligentes

  

Soluções oferecidas envolvem tecnologias de IoT, análise de dados, redes LTE e blockchain.
Nokia lançou esta semana uma série de serviços para resolver os desafios da urbanização, destinado às operadoras. Dois deles envolvem Internet das Coisas (IoT): Sensoriamento como Serviço e IoT para Cidades Inteligentes, que trazem os benefícios da tecnologia para a construção de cidades sustentáveis, dos pontos de vista econômico e ambiental. Para a segurança urbana, a empresa apresenta seu Serviço S-MVNO de Segurança Pública, que incrementa as redes LTE comerciais, de forma a atender aos requisitos de missão crítica dos órgãos de segurança pública.
O Sensoriamento como Serviço fornece, em tempo real, dados ambientais e análises inteligentes que as operadoras podem monetizar, oferecendo serviços de dados sem necessidade de investimento em CAPEX para empresas, cidades, autoridades de segurança pública e governos. As operadoras podem utilizar localidades de estações base já existentes, e contar com a Nokia na implantação de sensores e na integração de todos os equipamentos da localidade a uma plataforma de monitoramento da IoT.
O serviço torna possível que se detectem comportamentos ambientais incomuns, como construções ilegais, queima de lixo ou presença de partículas inabituais no ar. A proposta é alimentada por um blockchain e torna viável o estabelecimento de contratos inteligentes: micro transações anônimas, privadas e seguras, que permitem às operadoras monetizar os dados analisados e gerar novos fluxos de receita.
Já a IoT para Cidades Inteligentes é uma estrutura integrada, modular e escalável que permite às operadoras e integradoras de sistemas tirarem proveito da gestão unificada de cidades inteligentes. Alimentado pelo compartilhamento de dados entre aplicativos e pela análise e automação de dados, o Centro de Operações Integradas (COI) da Nokia organiza todas as operações inteligentes da cidade e permite mais eficiência, capacidade de resposta e melhorias na tomada de decisões. Aplicativos blueprint agregam vigilância por vídeo, iluminação, estacionamento, gestão de resíduos e detecção ambiental inteligentes.
O Operador de Rede Virtual Móvel Segura para Segurança Pública (S-MVNO, na sigla em inglês) permite que as operadoras impulsionem suas redes LTE comerciais para oferecer serviços de banda larga de missão crítica a órgãos de segurança pública e, assim, gerar novos fluxos de receita. O serviço, compatível com o 3GPP, ajuda as redes LTE comerciais a cumprirem exigências rigorosas em termos de disponibilidade, resiliência, desempenho e segurança, garantindo interoperabilidade com as redes de segurança já existentes.
Segundo a Nokia, os serviços lançados ajudam as cidades a se tornarem digitais e fornecer serviços aos seus moradores de forma eficaz. Com uma infraestrutura inteligente, compartilhada, segura e escalável é possível garantir que recursos e dados urbanos sejam utilizados de forma eficiente, diz a fornecedora.
Os serviços também ajudam as operadoras a gerar novas receitas a partir das redes já existentes, fornecendo soluções para os participantes da cidade inteligente, como autoridades municipais, de transportes, de viagem e de segurança pública, lembra a Nokia.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

VENDA DA SOBRA DA FAIXA DE 700 MHZ E REGRAS PARA IOT SÃO DESAFIOS DA AGENDA REGULATÓRIA DE 2018, DIZ ANATEL

Agência prevê ainda para este ano a regulamentação de mercado secundário de espectro, tratamento diferenciado para prestadoras de pequeno porte e gestão da qualidade


Edital para a venda da sobra da faixa de 700 MHz, mercado secundário de espectro e redução das barreiras regulatórias para Internet das Coisas e M2M são as principais prioridades da agenda regulatória da Anatel para 2018, como afirmou o superintendente executivo da agência, Carlos Baigorri, nesta terça-feira (30), durante a reunião do Conselho Consultivo. Segundo ele, a maioria das atualizações diz respeito a questões estruturantes, com impactos significativos em toda a cadeia do setor.
Outros temas importantes serão tratados nesse ano, como o tratamento diferenciado para pequenos prestadores, a gestão da qualidade e a definição de preços públicos para espectro e satélite. Também continua em pauta a elaboração do novo Plano Geral de Outorgas (PGO) e de regulamentos para adaptação das concessões em autorizações, que depende da aprovação do PLC 79/2016, que está parado no Senado.
Segundo Baigorri, já está no Conselho Diretor a proposta de revisão do modelo de outorga e licenciamento de serviços de telecomunicações para aprovação do texto que irá à consulta pública. A ideia é reduzir as outorgas de diferentes serviços e de licenciamentos de equipamentos a uma única norma, diminuindo a confusão regulatória e já de olho nas necessidades dos modelos de negócios da Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês).
Licitação
Com relação a disponibilização de espectro para serviços móveis, a pretensão da agência é elaborar o edital para a venda do último lote da faixa de 700 MHz, de 10+10 MHz em todo o país, com exceção da área da Algar. Pelo entendimento de Baigorri, com a alteração do regulamento de gestão de espectro, todas as grandes operadoras poderão disputar a frequência, sem ultrapassar o limite de espectro.
Outra determinação da agência é trocar parte do valor do espectro por cobertura em distritos não sedes – existem mais de dois mil cidades sem cobertura – e nas rodovias. “É uma pretensão desafiadora, tendo em vista a situação fiscal do país, mas com o apoio de vocês e da sociedade é possível convencer o governo”, disse o superintendente.
IoT
Outro desafio da agenda regulatória para 2018 é buscar soluções para regulamentos mais amplos de licenciamento para equipamentos que geram receitas pequenas, como os sincards usados nas aplicações de Internet das Coisas. De acordo com Baigorri, a questão está na fase de análise de impacto regulatório e estuda a possibilidade de tratar esses equipamentos como Serviço de Valor Adicionado (SVA) para evitar taxação do Fistel.
A questão do roaming permanente – equipamentos que vêm com chips de operadoras internacionais sem sede no Brasil, mas que usarão as redes locais – é outro desafio a ser enfrentado pela Anatel em 2018. Segundo Baigorri, é preciso encontrar soluções massivas que atendam a players mundiais. “Não é possível exigir que essas indústrias façam acordos de uso de rede em 190 países, por exemplo”, disse. Ele citou a solução encontrada pela Audi, cujos carros usam o chip da Vodafone, que atua no Brasil como MVNO (operadora virtual).
“O ambiente regulatório do país não está preparado para esses serviços”, reconheceu Baigorri. Ele defende ainda a revisão do regulamento de MVNO prevendo modelo específico para IoT e da classificação de empresas de pequeno porte. “O corte de até 50 mil usuários pode não ser adequado, se a prestadora atende a grandes corporações”, asseverou.

sábado, 16 de setembro de 2017

IoT: Vodafone/Datora questiona Vecto Mobile que rebate rival


Convergência Digital - Carreira
Convergência Digital - 12/09/2017

A Vodafone Brasil, parceria brasileira da operadora britânica com a Datora, reagiu à divulgação de uma nova concorrente para o segmento voltado a comunicações máquina a máquina e internet das coisas. Segundo a empresa, a Vecto, que acaba de obter licença da Anatel para atuar como MVNO, não poderá ter comercialização nacional, como alega. 
“O contrato de compartilhamento de rede pode apenas ser firmado nos limites da autorização para a prestação do SMP da Operadora de Origem, no caso em questão a Algar Telecom. Diferente da Vodafone, que opera hoje em todo o Brasil (Regiões I, II e III), a autorização concedida pela Anatel para a Vecto Mobile contempla apenas nas regiões Minas Gerais, Interior de São Paulo e Centro Oeste, onde a Algar Telecom é autorizada para a prestação do SMP.”
Em nota, a operadora virtual diz que foi “surpreendida com notícia na imprensa sobre a Vecto Mobile, que informou ter autorização para operação em todo país”. E sustenta que “apenas clientes baseados na respectiva área de autorização podem adquirir de forma legal o serviço da Vecto Mobile”. 
Também em comunicado à imprensa, a Vecto Mobile reage à rival e sustenta que "A VMNO COMUNICAÇÕES DO BRASIL S.A. (VECTO MOBILE) é operadora virtual autorizada a explorar o Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas regiões I, II e III, ou seja, todo o território nacional, em razão de ter cumprido todos os requisitos subjetivos e objetivos nos termos da legislação aplicável."

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Anatel licencia Vecto Mobile como operadora virtual de telefonia celular





E
Empresa 100% brasileira, que tem foco em Internet das Coisas, é a quinta Full MVNO a receber licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para operar no país. Desde o mês passado, a empresa pode explorar o serviço móvel pessoal em todas as áreas de registro do país (regiões I, II e III).


O foco da Vecto Mobile é a nova geração de comunicações e a operadora acaba de assinar contrato para projetos de IoT nos mercados de adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento.


“Somos uma operadora de telefonia móvel 100% brasileira, nascida para atender lacunas de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais, como os projetos baseados em Internet das Coisas por meio da comunicação M2M (Machine to Machine)”, diz Gerson Rolim, CIO da Vecto.


“Nosso foco é conectividade e não temos intenção de oferecer serviços de voz”, acrescenta o executivo.


A solução da Vecto Mobile está centrada em um cartão SIM IoT M2M que pode ser incorporado ao hardware de dispositivos móveis inteligentes, como eletrodomésticos ou smartphones. Os chips permitem atualização remota, quer de funcionalidades, quer de novas configurações de rede, e suporta intempéries e ambientes hostis. Além disso, a tecnologia embarcada faz com que sejam menos sujeito a quebras e manuseios.


“As empresas começam a perceber os benefícios da Internet das Coisas, pois a tecnologia já apresenta sensores mais baratos e mais poderosos (que geram dados valiosos e acessíveis em nuvem), tecnologias de segurança e software inteligentes que podem ser embutidos nos dispositivos conectados, e conectividade cada vez mais rápida e onipresente”, completa Rolim.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Vecto Mobile: nova MNVO é lançada no Brasil com foco em IoT

Foi lançada oficialmente nesta segunda-feira, 4, a mais nova operadora móvel virtual do Brasil, a Vecto Mobile. Focada em atendimento a Internet das Coisas e máquina-a-máquina (M2M), a MVNO recebeu a licença de autorizada da Anatel em agosto, tornando-se a quinta do tipo no País. A empresa utilizará a rede da Algar Telecom, mas operando com "compartilhamento de conexão" (connect sharing) com outras operadoras – semelhante ao acordo da Nextel para utilizar a rede da Vivo – em lugares onde não houver infraestrutura da parceira.

Após o planejamento de dois anos (que incluem a negociação com a Algar e os seis meses para receber a autorização da Anatel), a Vecto já entra no mercado com contratos com empresas na área de agronegócios e rastreamento, por exemplo, e propõe um modelo com tecnologias híbridas, incluindo redes particulares (como bluetooth, Wi-Fi, Sigfox e LoRa) e conexão satelital – neste caso, com mais de um fornecedor de conectividade, pelo menos. E a estimativa é de chegar a 100 mil acessos até o final deste ano. "No nosso plano de negócios, queremos atingir 500 mil linhas até o final de 2018", declarou a este noticiário o CIO da operadora, Gerson Rolim.


A estratégia da empresa é a de fornecer a conectividade, mas atuando com parceiros para a entrega de soluções que agreguem valor. "Normalmente, a gente já leva um parceiro com solução integrada", diz Rolim. A companhia tem solução de telemetria, mas em geral deixa o tratamento de dados para os parceiros, pelo menos por enquanto. "Como a IoT está engatinhando, sempre que a Vecto percebe que alguns elos estão faltando, pretendemos preencher nós mesmos", afirma. Entre os parceiros, a MVNO conta com a Trackage para o rastreamento de malas e bagagens; com a Lockers e a Npost, para rastrear entrega de mercadorias em pontos de coleta (como um armário ou uma loja em determinado local); com a Emalta, para rastreamento de tratores e colheitadeiras; e a Hana Micron, com cabeças de gado conectadas no Mato Grosso do Sul.
O fornecedor do chip especializado é a Morpho. "Nosso diferencial é que nosso SIMcard é multioperadora, assim me conecto na melhor rede", declara Gerson Rolim. A tecnologia embarcada no componente permite a reconexão automática entre redes de diferentes empresas. "Isso faz diferença em máquinas de POS, e também tem muito apelo no agronegócio, porque no interior a cobertura das operadoras não é ubíqua", explica.


Otimismo
Rolim acha "ótimo" a Internet das Coisas estar na pauta do governo, que elabora o Plano Nacional de IoT, porque isso ajudaria a aumentar o entusiasmo e investimento de empresas nesta direção. Porém, não conta por enquanto com as promessas, incluindo redução em taxas. "Não vemos redução de Fistel como coisa concreta", declara. "A gente olhou isso há dois anos, fizemos as contas e decidimos entrar com foco específico em M2M e IoT porque acreditamos que é um mercado que tem muito a crescer se for tratado com mais agilidade e de forma mais consultiva."


Mesmo aspectos mais polêmicos, como o roaming permanente, não são vistos como ameaças. "Sempre voto na questão do livre mercado e livre concorrência; não é a abertura de mercado para empresas internacionais que vai gerar desconforto para a Vecto Mobile", assegura. "Quanto mais fornecedores e concorrentes, mais dinâmico e criativo o mercado", diz, garantindo não ver "nada que desabone o Plano Nacional de IoT".

NOVA MVNO NACIONAL, VECTO MOBILE PASSA LONGE DA VOZ

Estratégia da nova operadora é fornecerserviços de internet das coisas, especialmente de máquina-a-máquina, para o setor corporativo. Empresa vende no país, desde 2016, um SIM Card programável, e diz já ter contrato com clientes de diferentes setores da economia.


A Vecto Mobile, empresa com foco total em conectividade para Internet das Coisas, recebeu em agosto autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar como operadora virtual de telefonia celular. A empresa pode explorar o serviço móvel pessoal em todas as áreas de registro do país (regiões I, II e III).
A empresa é a quinta Full MVNO no Brasil a obter a licença. Além dela, operam no país Datora Mobile, EuTV, Porto Seguro, Terapar. Mas, ao contrário de boa parte dessa lista, a Vecto não pretende desenvolver serviços de voz. O foco será todo em internet das coisas. “Nosso foco é conectividade e não temos intenção de oferecer serviços de voz”, diz Gerson Rolim, CIO da nova MVNO.
Segundo ele, o foco recai sobre áreas em que grandes operadoras falham em atender. “Somos uma operadora criada para atender lacunas de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais, como os projetos baseados em Internet das Coisas por meio da comunicação M2M (Machine to Machine)”, explica.

Mercados

A nova operadora acaba de assinar contrato para projetos de IoT nos mercados de adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento. Um desses projetos permite acompanhar o trajeto de bagagens, cargas e pessoas em qualquer lugar do mundo. Outro dá ao criador de gado informações valiosas e em tempo real sobre o seu rebanho, enquanto um terceiro otimiza o tempo de plantio e colheita.
“As empresas começam a perceber os benefícios da Internet das Coisas, pois a tecnologia já apresenta sensores mais baratos e mais poderosos (que geram dados valiosos e acessíveis em nuvem), tecnologias de segurança e software inteligentes que podem ser embutidos nos dispositivos conectados, e conectividade cada vez mais rápida e onipresente”, afirma Rolim.
A solução da Vecto Mobile está centrada em um cartão SIM IoT M2M que pode ser incorporado ao hardware de dispositivos móveis inteligentes, como eletrodomésticos, tablets e smartphones. Entre as suas principais características estão a possibilidade atualização remota (o cartão pode receber atualizações, correções, novas funcionalidades e configurações de rede sem a necessidade de substituição ou descarte), a robustez (suporta intempéries e ambientes hostis, em temperaturas que variam de – 40º C a + 105º C) e a tecnologia embargada (é inserido no dispositivo desde a sua fabricação e, portanto, menos sujeito a quebras e manuseios).

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Vecto Mobile usa rede da Algar Telecom para ser MVNO de Internet das Coisas


Convergência Digital - Carreira
Ana Paula Lobo - 04/09/2017

Desponta mais uma operadora exclusiva para a Internet das Coisas. Trata-se da Vecto Mobile, que recebeu autorização para atuar como MVNO (operadora virtual) pela Anatel. A empresa vai usar a infraestrutura da Algar Telecom em todo o país e tem a meta de chegar a 100 mil linhas vendidas até dezembro. Ao final de 2018, a projeção é chegar a 500 mil linhas, todas integralmente direcionadas para M2M e Internet das Coisas.

"Temos autorização, mas não vamos ter serviços de voz. Não vamos competir nesse mercado", conta o CIO da Vecto Mobile, Gerson Rolim. Em entrevista ao portal Convergência Digital, o executivo lembra que a maior parte das conexões M2M acontece na rede 2G. "Temos muito para aperfeiçoar e renovar o parque dessas máquinas para o 4G e depois para o 5G", afirma.

Criada há um ano e meio, a Vecto Mobile já está em atuação comercial e possui pilotos para projetos de IoT em adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento. Uma novidade da Vecto Mobile é a produção própria do Simcard. A promessa é a possibilidade de atualização e capacidade de suportar “ambientes hostis, temperaturas que variam de – 40º C  a + 105º C”.  "A Morpho produz em Taubaté, São Paulo. Ter a manufatura aqui nos permite custos mais baixos, suporte técnico e aderência aos pilotos", reforça Rolim.

Com investimentos de R$ 3 milhões, a Vecto Mobile projeta um ARPU (receita por usuário) em torno de R$ 5,00. "Nossa cobrança será feita por Kbytes e não por megabytes, como é o negócio de Internet das Coisas. O volume é a nossa receita. O que esperamos, sinceramente, é que o Governo reduza o valor do Fistel. Não é justo pagar quase R$ 28,00. Se continuar assim temos que trabalhar seis meses para pagar esse imposto, sem contar com os outros. A melhor política governamental seria mexer no imposto", diz Rolim.
Com relação aos mercados, o agronegócio é apontado como um impulsionador, uma vitrine positiva, mas não o maior. As máquinas de cartão de crédito e débito seguem sendo um segmento em franca expansão. "Tem muito por desembarcar e todas terão de ter chips de conexão", diz. Outro grande mercado, aponta o CIO da Vecto Mobile, serão os carros conectados. "Não tem mais jeito. Em pouco tempo, todos os carros produzidos terão um chip. E esse é um mercado que ambiciono", completa o CIO da Vecto Mobile.

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