A operadora móvel virtual já está operando em 16 estados e vendeu, até o momento, mais de 120 mil chips.
Fonte: site minha operadora
A Correios Celular foi lançada oficialmente nesta segunda-feira (07), no estado do Mato Grosso do Sul. A cerimônia de lançamento foi realizada durante a manhã na Agência Central dos Correios de Campo Grande.
A operadora móvel virtual (MVNO) dos Correios foi lançada em março de 2017 e vendeu, até o momento, mais de 120 mil chips.
A Correios Celular está operando em 16 estados: Amapá, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
A primeira operadora de telefonia móvel do Brasil já registra quase 2 mil usuários na região. Serviço é popular entre os clientes de outros produtos do grupo.
A Porto Seguro ingressou no mercado de telecomunicações como a primeira MVNO a operar no país. Uma MVNO (mobile virtual network operator) é uma operadora móvel virtual, que atua com marca e canais de atendimento próprios, mas que utiliza a infraestrutura de telecomunicações de uma operadora tradicional. Neste modelo, a Porto Seguro Conecta mantém a estrutura e o padrão de atendimento ao cliente da Porto Seguro, além de contar com as áreas de vendas e marketing na oferta dos produtos e serviços aos clientes.
Santos foi a primeira cidade do Brasil a ter a Porto Conecta, há pouco mais de quatro anos. E a sua expansão é superou expectativas! Hoje são quase 2 mil usuários ativos apenas na Baixada Santista. E esse número não para de crescer, assim como a satisfação desses clientes.
Os pacotes de internet geralmente possuem dados para o usuário utilizar com tranquilidade o mês inteiro. O sinal atende às expectativas. E o call center segue o padrão Porto Seguro, tanto em casos de portabilidade quanto em novas aquisições de linhas. E quem tem cartão de crédito Porto Seguro e opta pelo débito automático e pela conta digital, ganha o dobro de internet. “Com tantos diferenciais, o serviço vem atraindo mais usuários e a divulgação boca-a-boca segue eficiente. Quem usa e fica satisfeito com tantos fatores, acaba trazendo a família para a Porto Seguro Conecta. Afinal de contas, quem não gosta de pacotes inteligentes, serviço de qualidade, bom atendimento e preço justo?”, diz Hermano Dreux, Gerente da Porto Seguro Sucursal Litoral Paulista.
Como parte da estratégia da empresa de gerar sinergia entre produtos para fidelização dos clientes, o foco de atuação é junto à base de clientes da Porto Seguro. “A ideia é oferecer produtos e serviços que tragam conveniência e facilidade ao cliente, e neste conceito, a telefonia móvel talvez seja o segmento que melhor traduz este modelo. Segundo o IBGE, no Brasil, o número de celulares ultrapassa o de habitantes, conectividade e mobilidade já são encaradas como comodities, e os smartphones já acumulam funções essenciais do dia a dia”, comenta Hermano Dreux, gerente da Porto Seguro Sucursal Litoral Paulista.
A operadora tem como proposta oferecer um serviço diferenciado de telefonia móvel, com excelência em atendimento ao cliente e vantagens exclusivas aos segurados; com pacotes abrangentes de voz, dados e SMS conforme as diferentes necessidades e orçamentos. O usuário pode usufruir de programa de bônus que gera desconto na renovação do seguro Auto ou na fatura do celular, além de seguro para o aparelho incluso no plano e serviços de conveniência como o Conecta Center e o Conecta Assist, que inclui Porto Boy, Helpdesk e empréstimo de aparelhos, em casos de assistência técnica.
O principal canal de vendas é o próprio Corretor, que reúne condições para fazer um atendimento pessoal e consultivo, posicionando a Porto Seguro Conecta como alternativa em telefonia móvel para toda a família do segurado.
Expansão regional
Após iniciar operação em agosto de 2013, nas regiões de Santos e Campinas (DDDs 13 e 19), a Porto Seguro Conecta chegou ao Rio de Janeiro (DDD 21) em fevereiro de 2014 e em São Paulo (DDD 11), em maio de 2014. No total, a Porto Seguro já soma aproximadamente 550 mil linhas ativas, considerando os celulares corporativos da empresa e as conexões M2M, utilizadas em rastreadores, alarmes residenciais e segurança. Em 2015, o serviço chegou à região do Vale do Paraíba, seguindo o planejamento de expansão regional.
Os planos e pacotes da Porto Seguro Conecta podem ser adquiridos por meio dos corretores que operam com a Porto Seguro; pela Central de Atendimento, no telefone 0800 727 2744 ou pelo site (www.portoseguroconecta.com.br).
Conheça todos os planos Porto Seguro Conecta no site: www.portoseguroconecta.com.br
Brazilian evangeli cal church Igreja Sara Nossa Terra has launched a new MVNO called Mais Parceiros de Deus. The MVNO uses Vivo's 4G mobile network and is another brand of Mais AD, an evangelical mobile telephony operator set up in 2016. It offers the so-called "Mais Mega Total" monthly plans, with unlimited calls on-net and to Vivo numbers, plus a small internet franchise.
Four packages are available: BRL 7.99/week with 300 MB; BRL 9.99/week with 800 MB; BRL 39.99/month with 1.2 GB and 25 minutes to local operators; and BRL 190.99/month with 5 GB and 320 minutes to local operators. Those who want to talk to other operators may need to buy packages of single minutes, costing BRL 0.15/minute. The 30-minute package costs BRL 4.99/week and the 60-minute package BRL 8.99.
A empresa irá oferecer pacotes de 3 GB a 60 GB com preços entre R$ 39,90 a R$ 199,90 e espera crescer 40% este ano.
A America Net foi homologada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como Operadora Móvel Virtual (MVNO), podendo, agora, atuar com numeração própria. A empresa investiu R$ 100 milhões este ano e pretende crescer 40%.
Inicialmente, a empresa irá focar a telefonia de celular no mercado corporativo. No entanto, ainda neste semestre deve anunciar o serviço para o público residencial.
A empresa está com planos que atendem às necessidades de todos os perfis de clientes. Assim, há pacotes de dados de 3 GB até 60 GB, com preços variando entre R$ 39,90 a R$ 199,90 mensais. Em todos os planos ainda há ligações e SMS ilimitados para qualquer operadora do Brasil.
A America Net também está investindo em uma plataforma digital de autoatendimento que visa à dar mais comodidade e agilidade na contratação dos serviços e resolução dos problemas.
A empresa ainda promete lançar novos produtos para a rede de varejo, corporativo, soluções de backup com 4G e Wi-Fi corporativo, expandir a rede de fibra óptica e abrir operações em seis novas cidades – os nomes das localidades ainda não foram informados. Atualmente, a operadora tem forte presença no interior de São Paulo.
Empresa alcançou nota de 8.32, a maior do segmento de serviços pós-pago
A Porto Seguro Conecta foi classificada em primeiro lugar na Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), realizada junto aos clientes de serviços de telecomunicação. A operadora obteve esse reconhecimento pelo terceiro ano consecutivo.
Com nota de satisfação geral de 8.32, frente à média de 6.99, a primeira operadora de telefonia móvel virtual no Brasil alcançou o maior resultado em todos os 19 quesitos avaliados, sendo os principais oferta e contratação, funcionamento do serviço, cobrança, canais de atendimento, atendimento telefônico e capacidade de resolução.
"Para nós é importante destacar o reconhecimento da Porto Seguro Conecta nos quesitos 'A operadora cumpre o que promete e divulga em sua publicidade (8,94)', 'Cobrança dos valores na conta de acordo com o contratado (9,13)' e 'Canais de Atendimento (9,00)'. Acredito que essas avaliações positivas refletem diretamente os nossos pilares de transparência e diferenciação, reforçando nosso comprometimento em ofercer um serviço de telefonia móvel de qualidade e vantajoso para o cliente Porto Seguro. Por isso, seguimos com nossa estratégia, com ampliação focada e sinérgica da base de clientes, sempre buscando um nível de excelência no atendimento", afirma Marcelo Picanço, Diretor Geral da Porto Seguro.
Sobre a Porto Seguro Conecta Lançada em agosto de 2013, a Porto Seguro Conecta (www.portoseguroconecta.com.br) é a primeira operadora de telefonia móvel virtual (MVNO) a atuar no Brasil. A Porto Seguro Conecta foi classificada em primeiro lugar na Pesquisa de Satisfação e Qualidade da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de 2017. Com operação nas regiões de Santos (DDD 13), Campinas (DDD 19), Rio de Janeiro (DDD 21), São Paulo (DDD 11) e Vale do Paraíba (DDD 12), possui 550 mil linhas ativas, considerando os celulares corporativos da empresa e as conexões M2M, utilizadas em rastreadores e alarmes residenciais. O modelo MVNO permite à Porto Seguro atuar no segmento de telefonia móvel utilizando a infraestrutura de telecomunicações de uma operadora tradicional, oferecendo o serviço por meio dos seus próprios canais de atendimento ao cliente, equipe comercial e de marketing.
Soluções oferecidas envolvem tecnologias de IoT, análise de dados, redes LTE e blockchain.
A Nokia lançou esta semana uma série de serviços para resolver os desafios da urbanização, destinado às operadoras. Dois deles envolvem Internet das Coisas (IoT): Sensoriamento como Serviço e IoT para Cidades Inteligentes, que trazem os benefícios da tecnologia para a construção de cidades sustentáveis, dos pontos de vista econômico e ambiental. Para a segurança urbana, a empresa apresenta seu Serviço S-MVNO de Segurança Pública, que incrementa as redes LTE comerciais, de forma a atender aos requisitos de missão crítica dos órgãos de segurança pública.
O Sensoriamento como Serviço fornece, em tempo real, dados ambientais e análises inteligentes que as operadoras podem monetizar, oferecendo serviços de dados sem necessidade de investimento em CAPEX para empresas, cidades, autoridades de segurança pública e governos. As operadoras podem utilizar localidades de estações base já existentes, e contar com a Nokia na implantação de sensores e na integração de todos os equipamentos da localidade a uma plataforma de monitoramento da IoT.
O serviço torna possível que se detectem comportamentos ambientais incomuns, como construções ilegais, queima de lixo ou presença de partículas inabituais no ar. A proposta é alimentada por um blockchain e torna viável o estabelecimento de contratos inteligentes: micro transações anônimas, privadas e seguras, que permitem às operadoras monetizar os dados analisados e gerar novos fluxos de receita.
Já a IoT para Cidades Inteligentes é uma estrutura integrada, modular e escalável que permite às operadoras e integradoras de sistemas tirarem proveito da gestão unificada de cidades inteligentes. Alimentado pelo compartilhamento de dados entre aplicativos e pela análise e automação de dados, o Centro de Operações Integradas (COI) da Nokia organiza todas as operações inteligentes da cidade e permite mais eficiência, capacidade de resposta e melhorias na tomada de decisões. Aplicativos blueprint agregam vigilância por vídeo, iluminação, estacionamento, gestão de resíduos e detecção ambiental inteligentes.
O Operador de Rede Virtual Móvel Segura para Segurança Pública (S-MVNO, na sigla em inglês) permite que as operadoras impulsionem suas redes LTE comerciais para oferecer serviços de banda larga de missão crítica a órgãos de segurança pública e, assim, gerar novos fluxos de receita. O serviço, compatível com o 3GPP, ajuda as redes LTE comerciais a cumprirem exigências rigorosas em termos de disponibilidade, resiliência, desempenho e segurança, garantindo interoperabilidade com as redes de segurança já existentes.
Segundo a Nokia, os serviços lançados ajudam as cidades a se tornarem digitais e fornecer serviços aos seus moradores de forma eficaz. Com uma infraestrutura inteligente, compartilhada, segura e escalável é possível garantir que recursos e dados urbanos sejam utilizados de forma eficiente, diz a fornecedora.
Os serviços também ajudam as operadoras a gerar novas receitas a partir das redes já existentes, fornecendo soluções para os participantes da cidade inteligente, como autoridades municipais, de transportes, de viagem e de segurança pública, lembra a Nokia.
Agência prevê ainda para este ano a regulamentação de mercado secundário de espectro, tratamento diferenciado para prestadoras de pequeno porte e gestão da qualidade
Edital para a venda da sobra da faixa de 700 MHz, mercado secundário de espectro e redução das barreiras regulatórias para Internet das Coisas e M2M são as principais prioridades da agenda regulatória da Anatel para 2018, como afirmou o superintendente executivo da agência, Carlos Baigorri, nesta terça-feira (30), durante a reunião do Conselho Consultivo. Segundo ele, a maioria das atualizações diz respeito a questões estruturantes, com impactos significativos em toda a cadeia do setor.
Outros temas importantes serão tratados nesse ano, como o tratamento diferenciado para pequenos prestadores, a gestão da qualidade e a definição de preços públicos para espectro e satélite. Também continua em pauta a elaboração do novo Plano Geral de Outorgas (PGO) e de regulamentos para adaptação das concessões em autorizações, que depende da aprovação do PLC 79/2016, que está parado no Senado.
Segundo Baigorri, já está no Conselho Diretor a proposta de revisão do modelo de outorga e licenciamento de serviços de telecomunicações para aprovação do texto que irá à consulta pública. A ideia é reduzir as outorgas de diferentes serviços e de licenciamentos de equipamentos a uma única norma, diminuindo a confusão regulatória e já de olho nas necessidades dos modelos de negócios da Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês).
Licitação
Com relação a disponibilização de espectro para serviços móveis, a pretensão da agência é elaborar o edital para a venda do último lote da faixa de 700 MHz, de 10+10 MHz em todo o país, com exceção da área da Algar. Pelo entendimento de Baigorri, com a alteração do regulamento de gestão de espectro, todas as grandes operadoras poderão disputar a frequência, sem ultrapassar o limite de espectro.
Outra determinação da agência é trocar parte do valor do espectro por cobertura em distritos não sedes – existem mais de dois mil cidades sem cobertura – e nas rodovias. “É uma pretensão desafiadora, tendo em vista a situação fiscal do país, mas com o apoio de vocês e da sociedade é possível convencer o governo”, disse o superintendente.
IoT
Outro desafio da agenda regulatória para 2018 é buscar soluções para regulamentos mais amplos de licenciamento para equipamentos que geram receitas pequenas, como os sincards usados nas aplicações de Internet das Coisas. De acordo com Baigorri, a questão está na fase de análise de impacto regulatório e estuda a possibilidade de tratar esses equipamentos como Serviço de Valor Adicionado (SVA) para evitar taxação do Fistel.
A questão do roaming permanente – equipamentos que vêm com chips de operadoras internacionais sem sede no Brasil, mas que usarão as redes locais – é outro desafio a ser enfrentado pela Anatel em 2018. Segundo Baigorri, é preciso encontrar soluções massivas que atendam a players mundiais. “Não é possível exigir que essas indústrias façam acordos de uso de rede em 190 países, por exemplo”, disse. Ele citou a solução encontrada pela Audi, cujos carros usam o chip da Vodafone, que atua no Brasil como MVNO (operadora virtual).
“O ambiente regulatório do país não está preparado para esses serviços”, reconheceu Baigorri. Ele defende ainda a revisão do regulamento de MVNO prevendo modelo específico para IoT e da classificação de empresas de pequeno porte. “O corte de até 50 mil usuários pode não ser adequado, se a prestadora atende a grandes corporações”, asseverou.
A Vodafone Brasil, parceria brasileira da operadora britânica com a Datora, reagiu à divulgação de uma nova concorrente para o segmento voltado a comunicações máquina a máquina e internet das coisas. Segundo a empresa, a Vecto, que acaba de obter licença da Anatel para atuar como MVNO, não poderá ter comercialização nacional, como alega.
“O contrato de compartilhamento de rede pode apenas ser firmado nos limites da autorização para a prestação do SMP da Operadora de Origem, no caso em questão a Algar Telecom. Diferente da Vodafone, que opera hoje em todo o Brasil (Regiões I, II e III), a autorização concedida pela Anatel para a Vecto Mobile contempla apenas nas regiões Minas Gerais, Interior de São Paulo e Centro Oeste, onde a Algar Telecom é autorizada para a prestação do SMP.”
Em nota, a operadora virtual diz que foi “surpreendida com notícia na imprensa sobre a Vecto Mobile, que informou ter autorização para operação em todo país”. E sustenta que “apenas clientes baseados na respectiva área de autorização podem adquirir de forma legal o serviço da Vecto Mobile”.
Também em comunicado à imprensa, a Vecto Mobile reage à rival e sustenta que "A VMNO COMUNICAÇÕES DO BRASIL S.A. (VECTO MOBILE) é operadora virtual autorizada a explorar o Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas regiões I, II e III, ou seja, todo o território nacional, em razão de ter cumprido todos os requisitos subjetivos e objetivos nos termos da legislação aplicável."
Empresa 100% brasileira, que tem foco em Internet das Coisas, é a quinta Full MVNO a receber licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para operar no país. Desde o mês passado, a empresa pode explorar o serviço móvel pessoal em todas as áreas de registro do país (regiões I, II e III).
O foco da Vecto Mobile é a nova geração de comunicações e a operadora acaba de assinar contrato para projetos de IoT nos mercados de adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento.
“Somos uma operadora de telefonia móvel 100% brasileira, nascida para atender lacunas de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais, como os projetos baseados em Internet das Coisas por meio da comunicação M2M (Machine to Machine)”, diz Gerson Rolim, CIO da Vecto.
“Nosso foco é conectividade e não temos intenção de oferecer serviços de voz”, acrescenta o executivo.
A solução da Vecto Mobile está centrada em um cartão SIM IoT M2M que pode ser incorporado ao hardware de dispositivos móveis inteligentes, como eletrodomésticos ou smartphones. Os chips permitem atualização remota, quer de funcionalidades, quer de novas configurações de rede, e suporta intempéries e ambientes hostis. Além disso, a tecnologia embarcada faz com que sejam menos sujeito a quebras e manuseios.
“As empresas começam a perceber os benefícios da Internet das Coisas, pois a tecnologia já apresenta sensores mais baratos e mais poderosos (que geram dados valiosos e acessíveis em nuvem), tecnologias de segurança e software inteligentes que podem ser embutidos nos dispositivos conectados, e conectividade cada vez mais rápida e onipresente”, completa Rolim.
Foi lançada oficialmente nesta segunda-feira, 4, a mais nova operadora móvel virtual do Brasil, a Vecto Mobile. Focada em atendimento a Internet das Coisas e máquina-a-máquina (M2M), a MVNO recebeu a licença de autorizada da Anatel em agosto, tornando-se a quinta do tipo no País. A empresa utilizará a rede da Algar Telecom, mas operando com "compartilhamento de conexão" (connect sharing) com outras operadoras – semelhante ao acordo da Nextel para utilizar a rede da Vivo – em lugares onde não houver infraestrutura da parceira.
Após o planejamento de dois anos (que incluem a negociação com a Algar e os seis meses para receber a autorização da Anatel), a Vecto já entra no mercado com contratos com empresas na área de agronegócios e rastreamento, por exemplo, e propõe um modelo com tecnologias híbridas, incluindo redes particulares (como bluetooth, Wi-Fi, Sigfox e LoRa) e conexão satelital – neste caso, com mais de um fornecedor de conectividade, pelo menos. E a estimativa é de chegar a 100 mil acessos até o final deste ano. "No nosso plano de negócios, queremos atingir 500 mil linhas até o final de 2018", declarou a este noticiário o CIO da operadora, Gerson Rolim.
A estratégia da empresa é a de fornecer a conectividade, mas atuando com parceiros para a entrega de soluções que agreguem valor. "Normalmente, a gente já leva um parceiro com solução integrada", diz Rolim. A companhia tem solução de telemetria, mas em geral deixa o tratamento de dados para os parceiros, pelo menos por enquanto. "Como a IoT está engatinhando, sempre que a Vecto percebe que alguns elos estão faltando, pretendemos preencher nós mesmos", afirma. Entre os parceiros, a MVNO conta com a Trackage para o rastreamento de malas e bagagens; com a Lockers e a Npost, para rastrear entrega de mercadorias em pontos de coleta (como um armário ou uma loja em determinado local); com a Emalta, para rastreamento de tratores e colheitadeiras; e a Hana Micron, com cabeças de gado conectadas no Mato Grosso do Sul.
O fornecedor do chip especializado é a Morpho. "Nosso diferencial é que nosso SIMcard é multioperadora, assim me conecto na melhor rede", declara Gerson Rolim. A tecnologia embarcada no componente permite a reconexão automática entre redes de diferentes empresas. "Isso faz diferença em máquinas de POS, e também tem muito apelo no agronegócio, porque no interior a cobertura das operadoras não é ubíqua", explica.
Otimismo
Rolim acha "ótimo" a Internet das Coisas estar na pauta do governo, que elabora o Plano Nacional de IoT, porque isso ajudaria a aumentar o entusiasmo e investimento de empresas nesta direção. Porém, não conta por enquanto com as promessas, incluindo redução em taxas. "Não vemos redução de Fistel como coisa concreta", declara. "A gente olhou isso há dois anos, fizemos as contas e decidimos entrar com foco específico em M2M e IoT porque acreditamos que é um mercado que tem muito a crescer se for tratado com mais agilidade e de forma mais consultiva."
Mesmo aspectos mais polêmicos, como o roaming permanente, não são vistos como ameaças. "Sempre voto na questão do livre mercado e livre concorrência; não é a abertura de mercado para empresas internacionais que vai gerar desconforto para a Vecto Mobile", assegura. "Quanto mais fornecedores e concorrentes, mais dinâmico e criativo o mercado", diz, garantindo não ver "nada que desabone o Plano Nacional de IoT".
Estratégia da nova operadora é fornecerserviços de internet das coisas, especialmente de máquina-a-máquina, para o setor corporativo. Empresa vende no país, desde 2016, um SIM Card programável, e diz já ter contrato com clientes de diferentes setores da economia.
A Vecto Mobile, empresa com foco total em conectividade para Internet das Coisas, recebeu em agosto autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar como operadora virtual de telefonia celular. A empresa pode explorar o serviço móvel pessoal em todas as áreas de registro do país (regiões I, II e III).
A empresa é a quinta Full MVNO no Brasil a obter a licença. Além dela, operam no país Datora Mobile, EuTV, Porto Seguro, Terapar. Mas, ao contrário de boa parte dessa lista, a Vecto não pretende desenvolver serviços de voz. O foco será todo em internet das coisas. “Nosso foco é conectividade e não temos intenção de oferecer serviços de voz”, diz Gerson Rolim, CIO da nova MVNO.
Segundo ele, o foco recai sobre áreas em que grandes operadoras falham em atender. “Somos uma operadora criada para atender lacunas de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais, como os projetos baseados em Internet das Coisas por meio da comunicação M2M (Machine to Machine)”, explica.
Mercados
A nova operadora acaba de assinar contrato para projetos de IoT nos mercados de adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento. Um desses projetos permite acompanhar o trajeto de bagagens, cargas e pessoas em qualquer lugar do mundo. Outro dá ao criador de gado informações valiosas e em tempo real sobre o seu rebanho, enquanto um terceiro otimiza o tempo de plantio e colheita.
“As empresas começam a perceber os benefícios da Internet das Coisas, pois a tecnologia já apresenta sensores mais baratos e mais poderosos (que geram dados valiosos e acessíveis em nuvem), tecnologias de segurança e software inteligentes que podem ser embutidos nos dispositivos conectados, e conectividade cada vez mais rápida e onipresente”, afirma Rolim.
A solução da Vecto Mobile está centrada em um cartão SIM IoT M2M que pode ser incorporado ao hardware de dispositivos móveis inteligentes, como eletrodomésticos, tablets e smartphones. Entre as suas principais características estão a possibilidade atualização remota (o cartão pode receber atualizações, correções, novas funcionalidades e configurações de rede sem a necessidade de substituição ou descarte), a robustez (suporta intempéries e ambientes hostis, em temperaturas que variam de – 40º C a + 105º C) e a tecnologia embargada (é inserido no dispositivo desde a sua fabricação e, portanto, menos sujeito a quebras e manuseios).
Convergência Digital - Carreira Ana Paula Lobo - 04/09/2017
Desponta mais uma operadora exclusiva para a Internet das Coisas. Trata-se da Vecto Mobile, que recebeu autorização para atuar como MVNO (operadora virtual) pela Anatel. A empresa vai usar a infraestrutura da Algar Telecom em todo o país e tem a meta de chegar a 100 mil linhas vendidas até dezembro. Ao final de 2018, a projeção é chegar a 500 mil linhas, todas integralmente direcionadas para M2M e Internet das Coisas.
"Temos autorização, mas não vamos ter serviços de voz. Não vamos competir nesse mercado", conta o CIO da Vecto Mobile, Gerson Rolim. Em entrevista ao portal Convergência Digital, o executivo lembra que a maior parte das conexões M2M acontece na rede 2G. "Temos muito para aperfeiçoar e renovar o parque dessas máquinas para o 4G e depois para o 5G", afirma.
Criada há um ano e meio, a Vecto Mobile já está em atuação comercial e possui pilotos para projetos de IoT em adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento. Uma novidade da Vecto Mobile é a produção própria do Simcard. A promessa é a possibilidade de atualização e capacidade de suportar “ambientes hostis, temperaturas que variam de – 40º C a + 105º C”. "A Morpho produz em Taubaté, São Paulo. Ter a manufatura aqui nos permite custos mais baixos, suporte técnico e aderência aos pilotos", reforça Rolim.
Com investimentos de R$ 3 milhões, a Vecto Mobile projeta um ARPU (receita por usuário) em torno de R$ 5,00. "Nossa cobrança será feita por Kbytes e não por megabytes, como é o negócio de Internet das Coisas. O volume é a nossa receita. O que esperamos, sinceramente, é que o Governo reduza o valor do Fistel. Não é justo pagar quase R$ 28,00. Se continuar assim temos que trabalhar seis meses para pagar esse imposto, sem contar com os outros. A melhor política governamental seria mexer no imposto", diz Rolim.
Com relação aos mercados, o agronegócio é apontado como um impulsionador, uma vitrine positiva, mas não o maior. As máquinas de cartão de crédito e débito seguem sendo um segmento em franca expansão. "Tem muito por desembarcar e todas terão de ter chips de conexão", diz. Outro grande mercado, aponta o CIO da Vecto Mobile, serão os carros conectados. "Não tem mais jeito. Em pouco tempo, todos os carros produzidos terão um chip. E esse é um mercado que ambiciono", completa o CIO da Vecto Mobile.
Apesar do tamanho do mercado brasileiro de telefonia celular, o conceito de MVNOs (Mobile Virtual Network Operator) ainda é pouquíssimo explorado no Brasil. De acordo com os dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) o País fechou o mês de março deste ano com 242,8 milhões de celulares, o que representa uma densidade de 117,2 celulares a cada 100 habitantes do País.
Isso representa um espaço imenso para quem se dispõe a trabalhar com este mercado. Retomando o conceito, uma MVNO é uma operadora que não possui rede ou frequência próprias. Para funcionar, ela utiliza as redes das operadoras tradicionais, comprando no atacado pacotes de utilização (SMS, dados, voz etc.). Como paga um valor com desconto em relação ao preço médio do varejo, pode repassar os benefícios ao mercado.
O modelo faz sentido para empresas que atuem em nichos específicos e queiram reforçar a marca junto ao seu público. Estas empresas podem centrar seu foco em mercados com necessidades específicas. Mais que isso, podem oferecer o serviço de telefonia móvel com menor custo operacional e de aquisição. Outro diferencial que pode ser oferecido por elas é a agilidade no lançamento de produtos e soluções, como novos planos, compartilhamento entre clientes etc.
Na prática, os maiores benefícios para a criação de um MVNO são a associação da marca a um provedor diferenciado de telecomunicações, além da possibilidade de parcerias que proporcionam serviços de valor agregado (SVA) únicos para aquele segmento. Com isso, a empresa que adotar o modelo consegue fidelizar clientes e criar ações de marketing/relacionamento em uma nova plataforma. Vejam o exemplo da Porto Seguro, que lançou há quatro anos a Porto Seguro Conecta, primeira MVNO a atuar no Brasil.
A operadora virtual possui hoje cerca de 400 mil linhas ativas e foi classificada, em 2016, em primeiro lugar na Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida das Anatel. Quem vai pelo mesmo caminho são os Correios, que deve anunciar em breve a Correios Celular. Nos dois casos, o que vemos são marcas tradicionais lançando operações celulares e, com isso, agregando uma boa base de clientes.
O modelo de negócios é interessante, trazendo ganhos tanto para as operadoras reais quanto para as virtuais já que, no final do dia, o que se vê é o aumento da utilização dos serviços de telecomunicações, com a ‘aquisição’ de clientes que possuem demandas ainda não prestadas pelas operadoras tradicionais.
Os Correios, por exemplo, anunciaram que vão aproveitar sua capilaridade para oferecer aos que não tem acesso ao atendimento tradicional, chips e recargas de planos pré-pagos. Somente a partir de 2018 é que devem iniciar os estudos de viabilidade para a oferta de planos pós-pagos.
Apesar das vantagens do modelo, o potencial do mercado local ainda é proporcional ao correto entendimento do que seja a prestação de um serviço diferenciado e adequado às necessidades de um determinado perfil de cliente. Mas, o quadro está mudando e em breve veremos mais MVNOs chegando onde as operadoras tradicionais não chegam.
*Rogério A. Queirós é Gerente de Planejamento Comercial da Cleartech
Iniciativa se chama +Smartimão, é credenciada da Vivo e gerida pela Movttel - a mesma empresa que já toca operadoras virtuais para o nicho religioso. O chip da Fiel prevê planos pré-pagos, com pacotes diários de R$ 0,99 a mensais de até R$ 191. Assinante terá acesso gratuito a aplicativo de conteúdo sobre o time de futebol.
Foi lançada hoje, 09, outra operadora móvel virtual no Brasil: a +Smartimão. O empreendimento é tocado pela Movttel, especializada em criar MVNOs e que já administra outros dois empreendimentos focados no segmento religioso. O modelo é de credenciada da Vivo, ou seja, usa infraestrutura da operadora para entrega dos serviços. O contrato com o Corinthians tem duração de 10 anos.
O “chip da fiel” pode ser comprado pela internet. O usuário pode escolher entre pacotes pré-pagos, com ofertas iniciando em R$ 0,99 por dia, ou até planos 5GB de internet a R$ 190,99 mensais.
Além do serviço de telefonia, a +Smartimão dará conteúdo e acesso a experiências únicas junto ao time. O projeto dispõe de um aplicativo com conteúdo exclusivo diário, também chamado +Smartimão, já disponível para download em android e iOS, feito pela desenvolvedora norte-americana FanHero. O app traz transmissões ao vivo, entrevistas, contratações, cobertura de todos os campeonatos, coletivas de imprensa, bate-papo com os jogadores, promoções e informações sobre outras modalidades do clube. Também terá conteúdo premium, para pagar mais assinar.
Pacotes promocionais permitem aos assinantes falar de graça entre a rede +Smartimão e Vivo, inclusive no DDD. SMS são gratuitos. Para os torcedores que não possuem Smartphones, os conteúdos exclusivos do app serão enviados por SMS. A cobertura da MVNO é nacional.
Além do site www.smartimao.com, os chips também serão vendidos nas lojas Poderoso Timão e através de pontos de venda montados no Parque São Jorge sexta, sábado e domingo nos meses de Junho e Julho. A recarga pode ser feita em qualquer PDV que recarregue Vivo. Também será possível solicitar migração e portabilidade. (Com assessoria de imprensa)